
Um tal de Conar (Conselho Nacional de Auto-regulamentarão Publicitária) pediu, em decisão liminar, na sexta-feira (5), a suspensão imediata de uma propaganda televisiva das armas de brinquedo Nerf, fabricadas pela Hasbro Brasil.
Alegam eles que este anúncio “incentivam o uso da violência” e por isso consideraram a propaganda como “abusiva”
Segundo uma especialista de plantão a propaganda mostra “uma criança atirando em outra criança” é um incentivo a violência segundo ela.
Comerciais de brinquedos deste tipo deveriam ser direcionados aos pais e não às próprias crianças, segundo Henriques. "Com a consciência crítica, eles podem fazer uma mediação entre o mercado e a criança", afirma.
Acima uma foto da tal arma, ela parece alguma arma de fogo já vista? Imita algum tipo de simulacro que pode ser confundido com alguma arma real. Agora vocês imaginem segundo a idéia desta especialista onde adultos brincam uns com os outros com arminhas que lançam dardo plásticos que não tem poder algum de machucar, para o fabricante tentar vender a seus filhos. Ora é uma besteira sem tamanho, ou vão achar que o cara não teve infância ou é algum abobalhado.
Tenho 40 anos e tenho saudades das brincadeiras de Polícia e Ladrão, índio e mocinho, do rifle Super Tiro, pistola Mauser, aquela que possuía cápsulas de plástico com projéteis também de plásticos que eram arremessados e nunca machucavam. De revolver Fúrio, aquele de espoleta com capacidade para 12 disparos. Tinha certeza que todos se divertiam a beça, e nem por isso éramos considerados facínoras e nem nossos pais incentivadores a violência.
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