Parafraseando o título de um editorial do Estado de São Paulo, “Deixem a agricultura trabalhar”
Mais uma vez, ou como sempre o sustentáculo da economia brasileira como não poderia deixar de ser, é o agronegócio, responsável por mais de US$ 58 bilhões de dólares com um total recorde segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária nas exportações de US$ 75 bilhões de dólares.
Faça chuva ou faça sol, faça vendaval ou tormenta, ciclone ou furacão, MST ou INCRA , o Brasil é recorde de produção no campo, o Agronegócio é um dos modelos mais eficientes da nossa economia e ainda vive na mira atuante do Ministério do Desenvolvimento Agrário com seu viés ideológico rançoso e socialista, dos PTralhas que vilipendiam nossa nação e outras organizações criminosas com ONGs fajutas que vivem do dinheiro do além mar para publicarem falso trabalhos, artigos, pesquisa científicas ou sei lá mais o que, apenas para no fundo desestabilizar um nação que além da expressão”celeiro do mundo”, aliás expressão esta que ouço desde criançinha no primário, poderia se tornar a primeira economia do mundo nos próximos anos, ou pior já poderia ter se tornado há muito tempo se o próprio governo não jogasse contra a pátria.
O que o governo do PT com seus tentáculos faz com ao agronegócio é um crime sem precedentes, digno de ser julgado por crime contra a humanidade no Tribunal de Haia. Esta demagogia esquerdista e venal ao grande capital europeu e americano para que não possamos trabalhar em paz, apenas traz uma mal com tamanha devastação que provavelmente só terão consciência disso no futuro.Parece que só uns pouco conseguem enxergar isso.
Estas ONGs financiadas por Fundações FORDs e George Soros da vida, especuladores de pai e mãe, querem que continuemos a ser tupiniquins, pois tem a mais cristalina consciência que se nós desenvolvermos, desbancaremos o mundo inteiro e todos serão dependentes de nós.
Água, energia limpa e renovável e alimentos, preciso dizer mais
Acorda Brasil!! Parem de votar em Tiriricas da vida, pois os palhaços até agora são vocês.

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